13 de março de 2011

Garoto de 13 anos cursa três faculdades


Imagem:http://3.bp.blogspot.com/_qHlDqVUYDFk/TAgwzlHe1KI/AAAAAAAAAfc/0X6AuLHIKD8/s1600/garoto.jpg


A reportagem cujo link apresentamos abaixo, fala de um garoto argentino,de apenas 13 anos, que está matriculado em três cursos superiores: matemática, física e astronomia.


Diferentemente dos garotos da sua faixa etária, Kouichi Cruz, como é cahmado o garoto argentino, não faz outra coisa senão dedicar o seu tempo aos estudos. Sua única extravagância e assistir filmes, comédias. Não gosta de futebol e de outras atividades típicas da sua idade.

Segundo a reportagem o menino prodígio gosta do que faz e quer ser ser distinguido sempre como o primeiro de sua classe.

O garoto mora com uma Tia, de vez que seus pais hoje trabalham na Espanha. Eles foram obrigados a deixar o filho na Argentina, pois o menino queria cursar a universidade.
 
A precocidade de Kouichi não é incomum. Vários outros casos, com alguma semelhança já foram relatados. Recentemente foi divulgado no Brasil um caso de uma criança, de apenas oito anos,  que foi aprovada no vestibular para o curso de Direito da Universidade Paulista (Unip), de Goiânia. João Victor Portelinha de Oliveira fez a inscrição pela internet, apresentou-se na faculdade para fazer a prova e, recebeu o resultado: aprovado. O garoto foi impedido de fazer matrícula, eis que ainda não tinha concluído o ensino médio, conforme exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
 
A história nos relata diversos casos. Um deles, pela notoriedade do seu personagem, vale a pena ser citado. O compositor Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791),  aos quatro anos já compunha minuetos, aos cinco anos compôs as primeiras sonatas e aos oito uma sinfonia. Com apenas seis anos, Mozart já viajava pela Europa, com o seu pai e uma irmã mais velha, exibindo a sua extraordinária habilidade musical.

Entendemos que casos como o do garoto argentido devem merecer tratamento difrenciado pela legislação de ensino de qualquer país, para que eles não sejam impedidos de avançar nos seus estudos, independentemente da sua idade. Caberá, todavia, aos  pais ou responsáveis, a tarefa de proporcionar a esse aluno um acompanhamento psicopedagógico eficiente e constante, de sorte a evitar que ele seja tolhido de fazer o que uma pessoa de sua idade costuma fazer. O estudo deve lhe proporcionar prazer e não ser encarado como uma obrigação nos casos de alunos precoces.

O assunto é polêmico e deve merecer os comentários de nossos leitores.


Nota: 

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