29 de fevereiro de 2012

IIMPOSTO DE RENDAS - CUIDADO COM O LEÃO


Crédito Imagem - blog.indike.com.br



RECEITA FEDERAL APERTA O CERCO...  
Seguem algumas orientações a fim de evitar futuros problemas 
1. O QUE SERÁ CRUZADO:
Todos devem começar a acertar a sua situação com o Leão, pois neste ano o Fisco começa a cruzar mais informações, e no máximo em dois anos estará cruzando praticamente tudo. As informações que envolvam CPF ou CNPJ serão cruzadas on-line com: 
CARTÓRIOS: Checar os bens imóveis - terrenos, casas, apartamentos, sítios, construções;
DETRANS: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, Jet-skis, etc;
BANCOS: cartões de crédito e débito, aplicações, movimentações, financiamentos;
EMPRESAS EM GERAL: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRRF, etc), passam a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços em geral, incluídos os básicos (luz, água, telefone, saúde), bem como os financiamentos em geral. 
Tudo através da Nota Fiscal Eletrônica. Tudo isso nos âmbitos Municipal, Estadual e Federal, amarrando pessoa física e pessoa jurídica através destes cruzamentos e podendo, ainda, fiscalizar os últimos 5 (cinco) anos. 
2. MODERNIDADE DO SISTEMA:
Este sistema é um dos mais modernos e eficientes já construídos no mundo, e logo estará operando por inteiro. Só para se ter uma idéia, as operações relacionadas com cartão de crédito e débito foram
cruzadas em um pequeno grupo de empresas varejistas no fim do ano passado, e a grande maioria deles sofreram autuações enormes, pois as informações fornecidas pelas operadoras de cartões ao fisco (que são
obrigados a entregar a movimentação), não coincidiram com as declaradas pelos lojistas. Este cruzamento das informações deve, em breve, se estender a um número muito maior de contribuintes, pois o resultado foi "muito lucrativo" para o governo. 
3. FOCO NAS EMPRESAS DO SIMPLES:
Sua empresa é optante do Simples Nacional? Veja esta curiosidade inquietante: 
TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO REAL: Maioria das empresas de grande porte. Representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional; 
TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO: Maioria das empresas de pequeno e médio porte. Representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional; 
TRIBUTAÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL: 70% das empresas do Brasil e respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional. OU SEJA, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade, leia-se, sonegação! 
4. INFORMALIDADE DEVERÁ DIMINUIR:
Acredita-se que muito em breve, a prática da informalidade tende a diminuir muito! A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de ir acertando os detalhes que faltam para minimizar problemas com o FISCO. 
5. SUPERCOMPUTADOR T-REX E SISTEMA HARPIA:
A Receita Federal passou a contar com o T-Rex, um supercomputador que leva o nome do devastador Tiranossauro Rex, e o software Harpia, ave de rapina mais poderosa do país, que teria até a capacidade de
aprender com o comportamento dos contribuintes para detectar irregularidades. O programa vai integrar as secretarias estaduais da Fazenda, instituições financeiras, administradoras de cartões de crédito e os cartórios. 
6. DIMOF:
Com fundamento na Lei Complementar nº 105/2001 e em outros atos normativos, o órgão arrecadador -fiscalizador apressou-se em publicar a Instrução Normativa RFB nº 811/2008, criando a Declaração
de Informações sobre Movimentação Financeira (DIMOF), pela qual as instituições financeiras têm de informar a movimentação de pessoas físicas, se a mesma superar a ínfima quantia de R$ 5.000,00 no
semestre, e das pessoas jurídicas, se a movimentação superar a bagatela de R$ 10.000,00 no semestre. A primeira DIMOF foi apresentada em 15 de dezembro de 2008. 
7. DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA JÁ PRONTA
PELO FISCO PREVIAMENTE:
O acompanhamento e controle da vida fiscal dos indivíduos e das empresas ficará tão aperfeiçoado que a Receita Federal passará a oferecer a declaração de Imposto de renda já pronta, para validação do contribuinte, o que poderá ocorrer já daqui a dois anos. 
8. PRIMEIRA ETAPA JÁ INICIADA EM 2008, 37.000 CONTRIBUINTES:
Apenas para a primeira etapa da chamada Estratégia Nacional de Atuação da Fiscalização da Receita Federal para o ano de 2008 foi estabelecida a meta de fiscalização de 37 mil contribuintes, pessoas físicas e jurídicas, selecionados com base em análise da CPMF, segundo publicado em órgãos da mídia de grande circulação. 
9. CRIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS DO CONTRIBUINTE:
O projeto prevê, também, a criação de um sistema nacional de informações patrimoniais dos contribuintes, que poderia ser gerenciado pela Receita Federal e integrado ao Banco Central, Detran, e outros órgãos. 
10. PENHORA ON LINE:
Para completar, já foi aprovado um instrumento de penhora on line das contas correntes. Por força do artigo 655-A, incorporado ao CPC pela Lei nº 11.382/2006, poderá requerer ao juiz a decretação instantânea, por meio eletrônico, da indisponibilidade de dinheiro ou Bens do contribuinte submetido a processo de execução fiscal. 
11. REVISÃO DE PROCEDIMENTOS E CONTROLES CONTÁBEIS:
Tendo em vista esse arsenal, que vem sendo continuamente reforçado para aumentar o poder dos órgãos fazendários, recomenda-se que o contribuinte promova revisão dos procedimentos e controles contábeis e fiscais praticados nos últimos cinco anos. 
12. A RECEITA ESTÁ TRABALHANDO MESMO:
Hoje a Receita Federal tem diversos meios (controles) para acompanhar a movimentação financeira das pessoas. Além da DIMOF, temos a DIRPF, DIRPJ, DACON. DCTF, DITR, DIPI, DIRF, RAIS, DIMOB, etc etc. Ou seja, são varias fontes de informações. 
13. TESTES DO SISTEMA:
Esse sistema HARPIA, já estava em teste há 2 dois anos e agora está trabalhando pra valer. Com a entrada em vigor da nota fiscal eletrônica e do SPED, ai é que a situação vai piorar, ou melhor, melhorar a arrecadação.  
ATENÇÃO 
Jamais faça DOAÇÕES!
Se tiver de doar algum dinheiro a um filho, por exemplo, declare apenas como EMPRÉSTIMO, caso contrário será taxado em 4% em imposto estadual!!!

Crédito: recebi por e-mail de Antonio Lira Cabral.

28 de fevereiro de 2012

Os setores que garantem mais (e menos) felicidade profissional



  
                      Crédito Imagem - wwwmarrevolto.blogspot.com




 

Diversos fatores podem determinar o seu nível de satisfação no trabalho, mas alguns setores, quase que por definição, conseguem transformar esse caminho para a felicidade na carreira, digamos, mais fácil. Outros, ao contrário, só conspiram contra essa meta de todo profissional.

O site Career Bliss (em parceria com a Forbes) mapeou quais são as áreas que garantem mais e menos felicidade profissional nos Estados Unidos.

Para chegar à lista, foram avaliados itens como relacionamento com a chefia, ambiente de trabalho, salário, oportunidades de crescimento, cultura da companhia, tarefas diárias e autonomia. Ao todo, 43 mil profissionais participaram da pesquisa.

As áreas mais felizes

1º mais feliz: Governo

O número de inscritos em concursos públicos no Brasil pode dar pistas que ter o governo como patrão pode ser uma boa opção de carreira. Guardadas as devidas diferenças, quem optou pela carreira pública nos Estados Unidos têm um nível de satisfação de 4.07.

Nos Estados Unidos, os funcionários públicos estão bastante satisfeitos com as tarefas diárias e com seus colegas de trabalho. Mas, insatisfeitos com salários e futuro profissional.

No Brasil, os salários (muitas vezes) de tirar o fôlego somados à promessa de estabilidade contribuem para que os sonhos com uma carreira no setor público atraiam mais e mais profissionais super qualificados com o objetivo simples de ser feliz.

Para se ter uma ideia, o concurso para a carreira de diplomata (que aceita profissionais com qualquer formação no Ensino Superior) promete salários iniciais de 12.962,12 reais

2º mais feliz: Educação

Nos Estados Unidos, a área de educação é figura presente nos rankings de satisfação no trabalho. As atividades diárias, a autonomia para lidar com o próprio trabalho e o ambiente são itens que levam pontos elevados nas avaliações desses profissionais.

No final do ano passado, ranking da Universidade de Chicago apontou que 69,2% dos profissionais de educação admitiram que estão muito satisfeitos com o próprio trabalho. Na nota do Career Bliss, a área conquistou nota de satisfação de 4,06.

3ºs mais felizes: Mercado Imobiliário/Atacado e distribuição

Dois setores conquistaram a terceira posição no quesito felicidade no trabalho, de acordo o site Career Bliss. Apesar da crise que abalou o mercado imobiliário e o setor de atacado de distribuição nos Estados Unidos, ambos setores levaram nota 3,98.

A razão para isso, segundo o site, é que quem permaneceu nas duas áreas está muito satisfeito com a relação que mantém com seus colegas de trabalho e as tarefas diárias que precisa fazer.

No Brasil, o mercado imobiliário vive um período de ebulição. Fato que pode gerar bons salários, além de autonomia – de acordo com a sua função.

4ª mais feliz: Telecomunicações

A ebulição do setor somado ao ambiente de trabalho amigável garantiu para a área de telecomunicações a quarta posição entre os setores mais felizes. No ano passado, só em investimentos estrangeiros, o setor de telecomunicações brasileiro recebeu 11,266 bilhões de reais.

5ª mais feliz: Mercado financeiro

A pressão típica do mercado financeiro não parece tirar a satisfação de quem escolheu esse setor para ganhar a vida. Tanto que o setor levou 3.95 no quesito felicidade no trabalho.

Os salários de tirar o fôlego e a possibilidade de ascensão meteórica na carreira podem estar por trás de tanta felicidade. PAra se ter uma ideia, um analista financeiro do Goldman Sachs pode ganhar 68.800 dólares por ano – só em remuneração fixa.

As áreas mais infeliz

1º mais infeliz: Agricultura e Mineração

Salários baixos, rotinas estafantes, diminutas perspectivas de crescimento na carreira e a tecnologia cada vez mais roubando empregos colocaram os profissionais de agricultura e mineração na lista dos mais infelizes dos Estados Unidos. Por lá, o índice de satisfação é de 3,76.

Apesar do papel das commodities para a economia brasileira, o cenário não é diferente por aqui. Ainda persistem os relatos de maus tratos e até trabalho escravo.

2ºs mais infelizes: Software e internet/Organizações sem fins lucrativos

A área de software e internet e o terceiro setor empataram em nível de satisfação – igualmente baixos. Ambos setores levaram nota 3.81.

Apesar do crescimento vertiginoso da área, os profissionais que trabalham no baixo escalão das áreas de software e tecnologia estão insatisfeitos com as oportunidades de crescimento no setor. As elevadas cargas de trabalho também pesam contra.

A pesquisa mostra que não há idealismo que sobreviva firme e forte diante de uma crise econômica. Apesar da satisfação de ajudar terceiros, quem trabalha no terceiro setor americano está apreensivo com o risco que sua carreira corre. Fato que acaba com qualquer fonte de felicidade.

3º mais infelizes: Varejo/Mídia e Comunicação

Ambos setores carregam características que justificam insatisfação. Salários não tão atraentes, rotinas estafantes e lidar com terceiros que podem estar muito irritados (no caso do atacado, os clientes; no dos profissionais de mídia, fontes e público em geral).

Não deu outra, ambos conquistaram nota 3.85 no ranking.

Fonte: Portal Exame

Publicado no portal da CM Consultoria.

CURIOSIDADES AUTOBOLÍSTICAS






 
O homem que dirigiu o mesmo carro por 82 anos


 
Você pode imaginar ter o mesmo carro por 82 anos?


"Há quanto tempo você dirige o seu carro atual?"


Mr. Allen Swift (Springfield, MA.) recebeu este Rolls-Royce Picadilly Roadster ano 1928 P1 de seu pai, como presente de formatura em 1928.


Ele o dirigiu até à sua morte, em 2010, com a idade de 102 anos.


Ele era o proprietário mais antigo de um carro que foi comprado novo.


Foi doado a um museu de Springfield, depois de sua morte.


Ele rodou 1.070.000 milhas ( 1 milha = 1,6 km ). O motor ainda funciona como um relógio suíço, baixo ruído, em qualquer velocidade, e está em perfeitas condições (82 anos).


Crédito:

Recebi por e-mail de Walter Monaco, São Paulo, Capital.

Acorda Brasil – Agora é a vez de um vice-presidente do Banco do Brasil






Leia a reportagem no link abaixo:


Até quando vamos suportar isso?

ACORDA BRASIL

FINANÇAS - A importância do primeiro passo




A importância do primeiro passo
Imagem da postagem - link abaixo


Você já se viu em situações onde fez diversos planos, mas não conseguiu colocá-los em prática? Certamente sim. Isso ocorre porque, para muitos, é muito difícil dar o primeiro passo.
Acredito que, na maioria dos casos, isso acontece porque definimos um “primeiro passo” muito grande (“Só vou começar a investir quando souber comprar e vender ações e quando tiver R$ 20 mil disponível para isso”) ou sabotamos nossos próprios planos.
Obviamente é necessário se planejar. Mas também é necessário tirar o plano do papel e colocá-lo em prática. E, para isso, é necessário ter atitude e dar o primeiro passo. Por menor que ele seja. Vamos ver alguns exemplos neste artigo.
Livre-se das dívidas
Quem tem (ou já teve) dívidas, sabe o quanto isso é perturbador. Mesmo quando elas estão sob controle (prestações do carro ou apartamento), ainda assim incomoda bastante saber que está “preso” a um financiamento longo por anos.
Para quitar suas dívidas, é necessário se organizar para saber quanto realmente está devendo, para quem está devendo e negociar com cada credor o pagamento.
Para muitos, isso parece tão complicado que não dá coragem nem de começar. Mas é essencial dar o primeiro passo.
Que tal então parar de aumentar a dívida? Ou simplesmente quebrar seu cartão de crédito e só tornar a usá-lo quando quitar essa dívida (e tiver consciência para gastar!)? São passos simples, mas que iniciam uma mudança.
Para saber mais sobre esse tema, recomendo a leitura do artigo ‘Controle suas dívidas‘.
Livre-se das tarifas bancárias
Quem nunca olhou seu extrato e, ao se deparar com uma cobrança de taxa de manutenção de conta no valor de R$ 15 (ou 20 ou 30 reais), ficou revoltado? Acredito que muita gente já passou por essa situação.
O problema é que a “preguiça” e/ou a “falta de tempo” para ir ao banco causa enormes rombos nos nossos bolsos (e grandes lucros aos bancos).
Certo dia, conversando com uma gerente de banco, ela comentou que apenas as taxas de manutenção cobrada dos cliente da agência pagava toda a folha daquela agência! Dá para imaginar quanto as pessoas tem perdido por aí?
Falo em “perder dinheiro” porque atualmente existem diversas opções de conta corrente em que não há cobrança de taxa de manutenção e até mesmo de DOC e TED. São as contas com pacotes de serviços essenciais e as contas digitais.
Basta uma visita ao banco e em poucos minutos, você consegue migrar sua conta para uma modalidade sem cobrança de tarifas.
Para saber mais, leia o artigo Livre-se das tarifas bancárias‘.
Faça uma poupança
Quando falo em “fazer uma poupança”, não quero dizer necessariamente que você deve aplicar na caderneta de poupança. O objetivo aqui é incentivá-lo a poupar parte do dinheiro que você recebe para ter uma boa reserva financeira para emergências e também para realizar sonhos a longo prazo.
O problema é que muitas pessoas acham que ganham tão pouco que preferem não poupar, pois pensam que 50 reais por mês não é nada. E estão enganados!
Pensam assim: “Se eu juntar 50 reais por mês, só terei 600 e poucos reais no final do ano. Sacrifiquei-me para poupar R$ 50 e não obtive nem 30 reais de juros durante um ano inteiro”.
O problema aqui é que se não poupar nada, certamente também não terá nada no final do ano. Ou quando mais precisar.
A ato de poupar dinheiro, por menor que seja o valor, tem vários propósitos: (1) adquirir disciplina de poupar, que será muito útil quando tiver mais dinheiro; (2) ter sempre algum dinheiro para se proteger se imprevistos (ou realizar sonhos) e não precisar se endividar; (3) ensinar uma bela lição para a educação financeira dos seus filhos.
Comece agora a cortar gastos e poupar dinheiro. A aplicação onde esse dinheiro será investido inicialmente é o que menos importa.
À medida que o montante for crescendo, aí sim vale a pena se preocupar com as melhores opções de investimento. O primeiro passo, nesse caso, é a disciplina para poupar.
Aprenda a investir
Conheço diversas pessoas (alguns clientes meus, inclusive) que possuíam volumosos montantes em dinheiro “parado” na caderneta de poupança. Essa aplicação pode ter sua função no auxílio a montar uma poupança, mas como investimento, é uma péssima escolha.
Dessa forma, ter R$ 100 mil aplicado na caderneta de poupança ao invés de títulos públicos, significa uma perda aproximada de R$ 200 por mês!
Alguns acham que investir no Tesouro Direto, CDB ou mesmo ações é tão complicado, que preferem deixar o dinheiro comodamente aplicado na poupança, deixando de ganhar muito dinheiro.
Conclusão
Dar um primeiro passo é importante porque permite que saiamos do lugar onde estamos em busca de algo melhor. E muitas vezes esse passo, por menor que seja, é o início de uma grande mudança. Isso serve para qualquer coisa na vida. E não apenas nossas finanças.
E dar esse passo é simples. Basta ter atitude. Para quem precisa de ajuda, coloquei todo meu conhecimento no livro digital Como Investir Dinheiro (e em dois outros livros que fazem parte do pacote), onde ensino tudo que sei sobre investimentos, educação financeira e isenção de tarifas bancárias.
Tenho certeza que a aquisição desse material facilitará bastante a vida de quem estiver interessado. Mas ele não é essencial. É possível fazer tudo isso sozinho. Basta se esforçar e ter dedicação para dar o primeiro passo. E os demais também.
Crédito:
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27 de fevereiro de 2012

Ele acha que não é gênio. E você o que diz?






Imagem da reportagem - link abaixo




Leia a reportagem e depois responda a indagação contida no título desta postagem. 

O garoto é gênio ou não? 

Reflita também sobre a educação em outro país. Aqui, esse garoto estaria amargando as séries iniciais de estudos, achando tudo muito fácil e chato.

E o pior, não seria notícia no mundo. 

Do Vértice à Base de um Sistema



Patricia Bianchi

Dr. Patricia Bianchi


Reflexões e críticas ao atual sistema educacional são contumazes em jornais, blogs e revistas brasileiros. A educação vem sofrendo transformações significativas nas últimas décadas, e é tema cuja relevância ultrapassa os debates acadêmicos.  

O assunto apresenta várias facetas, e aqui se pretende visualizar o tema, não sob a ótica das instituições, sejam elas públicas ou privadas, mas sob a perspectiva daqueles que são os destinatários da educação, os protagonistas nesse processo, ou seja: o aluno e sua família.   

O discente, a despeito do notável desenvolvimento da democratização ao acesso à educação, ainda apresenta um perfil deficitário no que concerne ao exercício da cidadania. A carência não reside apenas na falta de cobranças de qualidade no ensino da instituição que o acolhe, ou do docente que o instrui nesse processo, mas, sobretudo na análise crítica da sua própria postura.  

Entende-se, nesse caso, que não se pode apenas esperar, de forma passiva, que as benesses do sistema de ensino nos envolvam, nos emancipem ou nos formem. Talvez uma saída para o sério problema da educação no Brasil deva vir de uma reflexão de cada indivíduo, algo particular; além de um processo de redistribuição das responsabilidades. 

Aqueles que adotam posturas descomprometidas com a qualidade do ensino compõem, progressivamente, uma massa de cidadãos debilitados no âmbito de sua formação conceitual, além de cultivarem atrozes prejuízos de ordem ética.  

Saudosistas poderiam lembrar um tipo de educação que pode ser traduzida naquela que acompanha o aluno onde quer que ele esteja; aquela que se funde ao indivíduo, e integra, inclusive, o caráter e a alma do ser humano. Aquela que promove o fascínio pelos números, letras e fatos, que nos incita ao pensamento dialógico ou reflexivo, ou a que apenas aprimora o conhecimento.

Realistas, todavia, entendem que nosso atual processo educacional é marcado por vezes, e não poucas, pela precariedade, em razão de um sistema que perdeu o seu foco: o ensino-aprendizagem. Nesse contexto, encontram-se discentes cujo objetivo é chegar, ansiosamente, ao final do curso, sem ter, de fato, usufruído das benesses que o sistema poderia oferecer.

Contudo, há que se conferir relevo ao fato de que determinados alunos, não obstante as dificuldades das mais variadas ordens, ainda ditam a qualidade do ensino, independentemente da instituição que freqüentem. Esses, comprometidos consigo mesmos e com uma ética que lhes acompanha, reinventam seu microssistema, sobrevivendo e resistindo a uma inegável tendência que marca nossas instituições.

Daí a responsabilidade da família, base do processo educacional, em evidenciar aos seus a importância do verdadeiro aprendizado, e a relevância de se seguir regras para que o processo se concretize de forma organizada e pretensamente justa. 

Essa tarefa apresenta um grau de dificuldade peculiar no Brasil, já que somos instigados cotidianamente a darmos um “jeitinho” em tudo, e de burlarmos o sistema, seja qual for a forma que ele se apresente. E isso parece fazer sentido num país marcado pelo descaso e desrespeito ao outro, sobretudo nos âmbitos social e político, além da dificuldade no exercício de direitos elementares. Um país carente do que normalmente se chama de “heróis”, e eu prefiro dizer “cidadãos comuns”, que, de fato, realizem seus princípios éticos. 

Para uma eventual alteração dessa realidade, propõe-se, por fim, que as famílias assumam o seu papel, num exercício de amor e de cuidado àqueles que as pertencem, já que imprimimos influências diretas nas gerações futuras, tendo-se o dever - e sobretudo a responsabilidade - de sermos bons modelos para os que, desde muito cedo, nos têm como referência.



Autora do texto:

Patricia Bianchi, Doutora em Direito, Estado e Sociedade, Mestre em Relações Internacionais e Professora da Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo) em Lorena.

26 de fevereiro de 2012

O NÃO DE ELOÁ"


 


 

ARTIGO PUBLICADO NO JB,
DA DRª MARIA ISABEL, PROFESSORA DE PSICOLOGIA,
QUE DENOMINEI DE "O NÃO DE ELOÁ".
VALE A PENA LER...
Isabel Alves - Centro de Apoio e Defesa da Cidadania-RJ



UM ALERTA PARA OS PAIS!!! Criando um Monstro.



O que pode criar um monstro? 



 O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por... Nada? Será que é índole?

Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade?

O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?

O rapaz deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'.

A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não.

Seu desejo era mais importante. Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.

 Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19.

Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.

Faltaram outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida.

Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.

Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador converssasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.

Simples assim. NÃO.


 Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos.

 Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.

Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ).

Pessoas têm medo de dizer não aos amigos.

Noras que não conseguem dizer não às sogras.

Chefes que não dizem não aos subordinados.

Gente que não consegue dizer não aos próprios desejos.

E assim são criados alguns monstros.

Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco.

Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.


Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes.

Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer:

 - Não, você não pode bater no seu amiguinho.
Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos.

Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei.

Não, você não vai passar a madrugada na rua.

Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação.

Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos.

Não, essas pessoas não são companhias pra você.

Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.

Não, aqui não é lugar para você ficar.

Não, você não vai faltar na escola sem estar doente.

Não, essa conversa não é pra você se meter.

Não, com isto você não vai brincar.

Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.


Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.

Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não.

Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.

E quem ouve uns nãos de vez em quando, também aprende a dizê-los quando é preciso.

Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.

O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento.

Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor.

E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.



Crédito:

Recebi por e-mail de Mariza Brandimarti.

DESCARTE DE LIXO ELETRÔNICO


Crédito Imagem - mundoverde.com.br



Utilidade Pública

O site

www.e-lixo.org, resultado da parceria entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e o Instituto Sérgio Motta, torna mais fácil a tarefa de encontrar destinação correta e ecológica para o lixo eletrônico. Pilhas, baterias, celulares, carregadores, lâmpadas fluorescentes, computadores, geladeiras e outros equipamentos eletroeletrônicos (os e-lixo) não devem ser jogados no lixo comum. O site indica postos de coleta e reciclagem de lixo eletrônico em todo o Estado. Basta inserir endereço em que se encontra e selecionar o artigo que pretende descartar. O site faz a busca e indica, num mapa, os postos mais próximos que reciclam o tipo de resíduo indicado. O serviço também possibilita efetuar o cadastramento de outros pontos de coleta.

Informações:


Recebi por e-mail de Aristeu Franco Jr, Mogi das Cruzes,SP.

CURIOSIDADE DA LÍNGUA PORTUGUESA



Crédito Imagem - ipam.ro.gov.br





Milhares de palavras nasceram por meio da simples adição de um prefixo de negação a uma palavra já existente. Dois exemplos de fácil reconhecimento são feliz-infeliz e prazer-desprazer. Mas, quando nos deparamos com palavras que claramente seguiram essa regra, como insosso, analgésico e desaforo, vem a pergunta: o que aconteceu com sosso, algésico e aforo? Será que ainda existem em estado de hibernação? 

Imenso. Qualquer coisa tão grande que nem podia ser medida ou calculada era chamada em latim de immensus, não-mensurável. Menso não existe em português, mas mensura sim é o ato de medir. 

Incauto. Cauto existe, e quer dizer precavido, mas praticamente sumiu na poeira dos velhos textos. Sobrou cautela, a qualidade de quem é cauto, e também incauto, que veio diretamente do latim incardus, descuidado. 

Implacável. Nada a ver com placas de trânsito ou propaganda. Em latim, placabilis era disposto a perdoar e esse é o sentido da palavra placável.

Implacável é o artilheiro do futebol, que não perdoa, ou o zagueiro que faz a marcação sem piedade. 

Insosso. Em latim, sulsus era gosto e insulsus acabou por designar a falta do ingrediente mais usado - sem sal. Hoje, insulso existe em português, com o mesmo sentido de insosso, mas sulso já desapareceu e sosso nunca existiu. 

Incógnito. O original cógnito existe em português, e veio do latim cognitus, conhecido. Poderíamos dizer "Fulano preferiu permanecer cógnito", mas soaria estranho. Só o incógnito, aquele que ninguém sabe quem é, continua sendo mencionado. 

Indelével. Começa com o verbo latino delere, apagar ou remover - que a informática recuperou em deletar. Delebilis era o que podia ser apagado e indelebilis era aquela mancha que não saía de jeito nenhum. Tanto delével quanto indelével sobrevivem até hoje. 

Analgésico. O nome mais nobre para os milhões de comprimidos vendidos anualmente no Brasil veio do latim álgesis, sensação de dor.

Atualmente, algesia é um termo médico para dor, mas algésico não consta no dicionário. Só sua negação, o analgésico. 

Anemia. Popularmente, quer dizer fraqueza. Em grego, haimas era sangue, e daí vêm as palavras que começam com hemo - hemodiálise ou hemorragia, por exemplo. Anaimia era falta de sangue em grego e gerou anemia.

Emia, que, teoricamente, seria com sangue, tornou-se uma terminação muito usada para designar estados clínicos relacionadas a fatores sanguíneos, como em hipoglicemia e isquemia. 

Desaforo. Foro ainda significa um direito ou privilégio que uma pessoa tem e também o local onde uma desavença é resolvida - o fórum. Antigamente, aforar era pagar um aluguel ao proprietário. Quando o devedor dava o calote, ele desaforava. A palavra acabou ganhando amplitude e se tornou sinônima de qualquer tipo de insolência ou desrespeito. 

Inusitado. Palavra que derivou de uso e quer dizer pouco comum. Portanto, usitado seria bastante comum. E é mesmo, embora seu uso já não seja mais tão usitado quanto foi um dia, tendo sido substituído por usual. 

Inédito. Com um pouco de boa vontade, percebe-se que esse édito significa editado. Mas édito é hoje uma palavra usada apenas em linguagem jurídica. Já o antônimo inédito está forte e sacudido e se refere a qualquer obra ainda não publicada.  

Impassível. Alguém que não demonstra sentimentos nem paixão -. e essa é a origem da palavra. Então, se impassível é quem não tem paixão, um apaixonado seria alguém passível? Por incrível que pareça, sim. Embora mais usada em linguagem policial - "Fulano é passível de punição" -, a palavra passível também denota a pessoa capaz de experimentar boas ou más sensações.  

Imune. Aquele que está protegido contra alguma coisa, como uma doença ou uma ação criminal. Em latim, munis era apto a desempenhar um trabalho ou função e immunis, quem era liberado dessa responsabilidade. Não parece, mas a palavra original - munus, que derivou de uma raiz indo-europeia que significava troca - está contida não apenas na imunidade, mas também em comunicação, remuneração e município. 

Imberbe. Quem ainda não tem barba. E quem tem, seria berbe? Não. Berbe é a única, dentre as centenas de palavras derivadas do latim barba, que tem um "e" na primeira sílaba. 

Inócuo. Em latim, nocere era ferir e nocuus, qualquer coisa que podia machucar. Inócuo é o contrário, algo que prejudica, física ou psicologicamente. A palavra nócuo existe em português. Assim como nocivo quer dizer danoso. 

Insólito. Solitus, em latim, era habituado, acostumado. A palavra sólito tem o mesmo sentido original. Insólito é o que foge do padrão, algo não frequente. Pode-se dizer (por enquanto) que casamentos são sólitos e divórcios, insólitos. 

Desdenhar. Uma palavra que passou por razoável transformação fonética e deixou poucas pistas sobre o que seria o denhar - que significa dignar. Em latim, dignare era tratar com dignidade e dedignare - que acabou virando desdenhar - era faltar com o devido respeito.

Intacto. Tangere era tocar em latim. Intactas era algo que não havia sido tocado. Em português, intacto continua sendo intocado. A palavra tacto existiu no século XVIII, mas depois perdeu o "c" e virou tato, ação de tocar. Embora praticamente nunca seja usado, intato também existe em português. 

Desinfeliz. Uma palavra curiosa é desinfeliz. Parece alguém que ficou infeliz e depois recuperou a felicidade. Mas o desinfeliz continua sendo um infeliz, só que um pouquinho menos. 

fonte: http://groups.google.com/group/bons_amigos/t/2899105237652eb0

Crédito:

Recebi por e-mail de Mariza Brandimarti

Por que ensinar xadrez nas escolas?


Crédito imagem - chesstiago.blogspot.com




O xadrez, esporte que lida com o desenvolvimento do pensamento lógico, a capacidade de cálculo, criatividade e o conceito de abstração entre outras coisas, quando ensinados metodicamente, ajudam no desenvolvimento do jovem educando, elevando e moldando seus valores em princípios tão importantes como éticos, auto-estima, concentração, análise e planejamento, entre outros, todos os ingredientes essenciais deste nobre jogo. Em diversos países do mundo (Rússia, França, Inglaterra, Argentina, Cuba, Espanha, México, Brasil e Venezuela, entre outros), Foram iniciados projetos de xadrez nas escolas com base em pesquisas educacionais e sociológicas que atribuem ao jogo de xadrez uma série de importantes benefícios, vantagens ou virtudes que recomendam sua ampla difusão nos diferentes meios escolares.

Podemos demonstrar que o xadrez:

·         É cultura: Uma atividade lúdica de origem milenar que se tem distribuído por todos os países do mundo e que encerra um corpo de conhecimento e experiências que constituem patrimônio cultural da humanidade.

·         Tem uma base matemática: A matemática é instrumento e linguagem da ciência, da técnica e do pensamento.

·         Estimula o desenvolvimento de habilidades cognitivas tais como: Atenção, memória, capacidades fundamentais no desenvolvimento futuro do individuo.

·         Estimula a auto-estima, a competição saudável e o trabalho em equipe.

·         Pode ser utilizado como elemento estruturador do tempo livre do individuo.

·         Proporciona prazer em seu estudo e prática, devido as suas múltiplas virtudes, contribui para a formação de melhores cidadãos.

·         Pode ser um jogo de regras, dita uma pauta ética em um momento propício para a aquisição de valores morais.

·         Desenvolve no estudante uma atitude favorável em relação ao xadrez que permita apreciá-lo como elemento gerador de cultura.

·         Desenvolve no estudante sua capacidade de atenção, memória raciocínio lógica inteligência e imaginação.

·         Garanti ao aluno a aquisição de conhecimento, habilidade e destrezas básicas necessárias para incorporação em sua vida ativa.

·         Permiti ao aluno estabelecer vínculos entre os conhecimentos e experiências enxadrísticas e a vida cotidiana individual e social.

·         Favorece a assimilação das características do xadrez que contribuam com o harmonioso desenvolvimento intelectual, moral e ético da personalidade e que propiciem sua autonomia cognitiva e sua capacidade de raciocínio.

·         Enfatiza a resolução de problemas, o aprendizado orientado à resolução de problemas propiciará ao aluno a oportunidade de analisar, avaliar e propor alternativas de solução às situações da vida diária.

·         Contribui para a elevação da auto-estima.

·         Favorece o desenvolvimento da linguagem enxadrística e sua habilidade de argumentação.

·         Resgata, para seu pedagógico, o aspecto lúdico desta disciplina.



Nicole Pi Chillida

NOTA: Recebi por e-mail de Mauro Villanova, Presidente Bernardes,SP,  com a recomendação de compartilhar. O faço no meu blog e peço aos meus leitores que transmitam para seus contatos