27 de abril de 2013

Pequenez do pênis: a causa do divórcio









Não podia deixar de reproduzir no meu blog o artigo publicado no site Espaço Vital que traz um caso bizarro que chegou a um Tribunal de Taiwan.

O artigo começa citando uma música do rei Roberto Carlos:


"Não adianta nem tentar

Me esquecer

Durante muito tempo

Em sua vida

Eu vou viver

Detalhes tão pequenos

De nós dois

São coisas muito grandes

Prá esquecer

E a toda hora vão

Estar presentes

Você vai ver"
.
(Detalhes - de Roberto Carlos e Erasmo Carlos - sucesso da música brasileira.

São detalhes (pequenos?) que fazem a diferença em um relacionamento. Uma mulher, conhecida apenas como Zhang, 52 de idade, cansou do marido e pediu o divorcio, alegando que "o membro viril dele não era entusiasmante". O caso tramita na Justiça de Taiwan.

A mulher - identificada pela imprensa apenas com o prenome Zhang - não aceitou ser fotografada, mas admitiu aos jornais que "o pênis do marido tem apenas cinco centímetros e, por isso, ele não consegue satisfazer-me na cama".

O marido disse aos jornalistas que "não transava com ela, porque Zhang gostava de fazer sexo de madrugada e ele de manhã".

Segundo a imprensa taiuanesa, "a desiludida não sabia dos atributos do marido antes do casamento, porque o casal havia decidido fazer sexo somente após a cerimônia das bodas".

Um juiz da cidade de Taichung - onde se desenrola o conflito conjugal - designou audiência de tentativa de conciliação para o próximo dia 10 de maio.

Fonte:

22 de abril de 2013

O MELHOR AZEITE DE OLIVA: você sabe comprar?












10 orientações para COMPRAR O MELHOR AZEITE DE OLIVA:



1 – Antes de tudo, não se deve comprar um azeite às pressas. É preciso calma para analisar a embalagem


2- O azeite de oliva é produzido unicamente a partir de  azeitonas, ou seja se tiver algum outro óleo junto (soja, girassol ou outro) já não é um azeite de oliva genuíno, e sim um óleo composto


3- Na gôndola do mercado, deve-se  escolher o azeite que estiver mais no fundo da prateleira, por estar menos exposto à luz, e portanto menos oxidado (a luz prejudica a qualidade do azeite)


4- Mesmo que o produto esteja dentro da validade, se ele estiver muito tempo exposto à luz não é recomendado


5- Preste atenção nos rótulos dos azeites importados. Deve-se dar prioridade aos azeites embalados no próprio país de origem. Os azeites que são produzidos num país e embalados em outro, podem sofrer o processo de oxidação, perdendo a qualidade nutricional


6- Observe no rótulo alguns termos, como produzido ou engarrafado. O termo produzido refere-se ao azeite que foi produzido e engarrafado no mesmo local. Diferente do termo engarrafado, que não garante a devida procedência


7- Sempre que possível compre azeites em embalagens de vidro


8- O melhor vidro é de coloração escura, que ajuda a proteger o azeite de oxidação


9- Caso observe algum azeite turvo, pode ser resultado de um menor grau de filtragem, quando partículas de azeitona ficam em suspensão no azeite. Isso não compromete a  sua qualidade nutricional


10- Segundo a União Européia,  o azeite extra virgem deve ter a acidez inferior à 0.8%, a extração deve ser a frio. Observe o rótulo


A cor do azeite depende do tipo e do estado de maturação (amadurecimento) da azeitona. A coloração verde é resultado da prensagem de azeitonas ainda verdes, diferente de um azeite com coloração mais escura ou dourado, resultado da prensagem de azeitonas mais maduras.


Como conservar


- É importante saber que a luz, o ar e o calor podem prejudicar a qualidade do azeite. Assim, para garantir a qualidade nutricional sempre feche adequadamente o vidro, guarde-o em local fresco, distante do sol e calor


- Dessa forma, mantenha o azeite longe do forno, microondas ou forno elétrico


- A melhor forma de guardar o azeite é em vidros, preferencialmente escuros


- Após abrir o azeite, a validade usual é de 3 meses. Sempre observe o rótulo.

Nota:
Recebi por e-mail de um amigo.

13 de abril de 2013

A comoção popular e os julgamentos no Brasil








       

No Brasil têm sido muito comum julgamentos de crimes ganharem um apelo emocional na mídia, provocando uma comoção popular exagerada.


Não há dúvida que existem crimes que, devido as suas circunstâncias e particularidades, acabam gerando uma comoção popular e se acabam transformando em revolta. É compreensível que um crime cruel proporcione esse misto de emoções, todavia esse anseio de justiça pode acabar passando por cima da razão.


Exemplo marcante disso foi uma recente decisão de um tribunal dos Estados Unidos, por meio da qual um cidadão de Nova York condenado em 1991 pelo assassinato de um rabino foi libertado nesta quinta-feira (22), após 23 anos de prisão, ao final de uma investigação que provou sua inocência.


David Ranta, condenado a 37 anos de prisão pela morte de um rabino ortodoxo durante um assalto em fevereiro de 1990, sempre declarou sua inocência.


Não haverá qualquer tipo de compensação que pague os 23 anos que esse cidadão americano passou na prisão.


Por tudo isso, entendo que qualquer crime, independentemente da sua característica, deva ser julgado sem a interferência da comoção popular.

6 de abril de 2013

Cursos de Direito: trancar a porta ou mantê-la sob vigilância?








O economista Cláudio de Moura Castro nos oferece mais um dos seus brilhantes artigos sobre os caminhos percorridos pela educação brasileira. No que abaixo produzimos, publicado no site Espaço Vital, ele fala sobre a intenção do MEC em não mais autorizar a abertura de cursos de Direito no país.

Vale a pena ler Cláudio de Moura Castro:


Quando parecia sepultada e descansando de uma vida maldita, exuma-se a ideia de que o Estado deve regular a oferta de cursos superiores privados. Ou seja, impedir que os incautos proprietários de faculdades invistam errado, pois o MEC sabe onde está o mercado para advogados ou médicos.

Pensemos: quem sabe de mercado, o dono da faculdade que arrisca sua empresa ou um funcionário do MEC, pontificando sob o manto da impunidade - e sabe-se lá com que agenda latente?


Em Brasília, o representante de uma associação médica declarou: "Não há mais mercado para médicos, assim mostram os indicadores da OMS". Ironia do destino, nesse evento, falou antes dele Jarbas Passarinho. Narrou que, em sua gestão como ministro da Educação (1970), foi procurado pela mesma associação, ouvindo idêntica afirmativa. Desde então, o número de faculdades de Medicina cresceu quatro vezes. O mercado deveria estar ainda mais saturado, pois a população cresceu muito menos. Contudo, não há estatística sugerindo saturação dos mercados. Pelo contrário, a carreira é recordista de candidatos por vaga.


Se novas faculdades fossem para onde há poucos doutores por habitante, não existiriam os grandes centros médicos. E as escolas localizadas em regiões pobres formariam profissionais de qualidade ainda pior (o papel de andar na contramão do mercado é para o ensino público).

Como definir se um mercado está saturado? Pela teoria econômica, será o caso se os salários dos graduados não são comensuráveis com os custos de estudar ou, no limite, se eles estão desempregados. Segundo as pesquisas, quatro anos de faculdade dobram os salários e não há desemprego significativo nesse nível.


No passado, esperava-se que os profissionais fossem para empregos cujo nome se assemelhava ao do curso. Hoje, tal como nos países ricos, ocorre a "desprofissionalização" dos diplomas. Exercem a profissão menos de 20% dos advogados, 10% dos economistas e 5% dos filósofos. Haveria que cortar 95% das matrículas em filosofia? Não, pois os quatro anos de graduação se converteram, para a maioria, em uma educação "genérica", que prepara para exercer ocupações meio indefinidas. Nada errado.

Os lobbies médicos disfarçam a retranca na abertura de cursos como proteção da qualidade. Pura falácia - mal escondendo um conluio entre governo e corporativismo. Em vez de definir a geografia da demanda, o certo é impor padrões de qualidade rígidos aos novos cursos. E, sem apertar o cerco aos cursos e profissionais ruins que aí estão, adia-se para a próxima geração um atendimento correto. Ou seja, fechar a torneira dos novos cursos é apenas garantir o monopólio dos velhos, livres da concorrência de intrusos.


A boa solução é conhecida de todos e temida pelos menos confiantes na sua competência: filtrar pelo Enade. E também por exames de ordem para médicos - como fazem os advogados. Assim se faz nos Estados Unidos e nessa direção caminha o Estado de São Paulo.


A prova da OAB é uma bela solução. Formam-se muitos bacharéis em Direito. Alguns vão vender terrenos, outros trabalharão na empresa do pai. Os melhores passam nas provas da Ordem, assegurando um nível mínimo de competência nas cones de Justiça. Todos ganham.


Curiosamente, há na OAB quem não abençoa o seu belo sistema e quer fazer a mesma besteira das associações médicas: restringir a criação de cursos, decretando onde não há demanda. No mundo real, quem acha a demanda são os novos advogados e médicos, não os governos e lobbies. Se fossem piores os mercados nas regiões pobres, mesmo os profissionais que lá se formassem tampouco ficariam.

Para melhorar a qualidade dos cursos, há o Enade e outras provas, em paralelo a um acompanhamento rigoroso do MEC. A retranca para a abertura de faculdades - como ocorre hoje no ensino à distância - em nada beneficia a qualidade, embora impeça a saudável concorrência entre os cursos. Não passa de uma ação visando a beneficiar financeiramente quem já entrou, sejam faculdades, sejam profissionais. Protege o interesse deles e não da sociedade.




Fonte: www.espacovital.com.br