O presidente Venezuelano, Hugo Chávez, é uma figura atípica. Suas relações com o Brasil já eram amistosas desde que Lula era o nosso presidente.
Em recente visita ao Brasil, ele afirmou que é necessário o fortalecimento das relações comerciais e estratégicas entre os governos venezuelano e brasileiro e, ao elogiar a "grande amiga" Dilma Rousseff, com quem manteve reuniões bilaterais em Brasília, disse que a mandatária brasileira "roubou seu coração" e representa hoje a nova influência política que tem o Brasil e a América Latina no cenário mundial.
As regras protocolares que devem nortear os pronunciamentos de um presidente da república não permitem que o uso de expressões "roubou seu coração" sejam utilizadas, especialmente descontextualizadas.
Partindo de Hugo Chávez não podemos fazer outras ilações. Ou podemos?
O nosso leitor cabe analisar, e para isso sugerimos a leitura da nota abaixo.
Comentários serão postados.
Nota:
Chávez é o segundo de seis filhos de Hugo de los Reyes Chávez e de Elena Frías de Chávez, ambos professores de carreira. Hugo e o seu irmão mais velho foram viver com a avó paterna Rosa Inés a pedido do pai, ainda durante a infância.
Frequentou a escola primária no Grupo Escolar Julián Pino, em Sabaneta. O ensino secundário foi cursado no Liceu Daniel Florencio O' Leary, na cidade de Barinas. Desde a sua juventude, Chávez é um apreciador de atividades esportivas, em particular do baseball.
Aos dezessete anos, Chávez ingressou na Academia Militar da Venezuela, graduando-se, em 1975, em Ciências e Artes Militares, ramo de Engenharia. Prosseguiu na carreira militar, atingido o posto de tenente-coronel.
Chávez casou-se duas vezes: a primeira com Nancy Colmenares, com quem teve três filhos (Rosa Virginia, María Gabriela e Hugo Rafael) e a segunda com a jornalista Marisabel Rodríguez, de quem se separou em 2003 e com quem teve uma filha, Rosinés. Além disso, Chávez também manteve uma relação amorosa por cerca de dez anos com a historiadora Herma Marksman enquanto era casado com a sua primeira esposa. (gn)
Fonte:
Wikipédia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Agradecemos seu comentário. Críticas serão sempre aceitas, desde que observado os padrões da ética e o correto uso da nossa língua portuguesa.