
O
presente post é especialmente dedicado aos leitores que tiveram o privilégio de
viver num tempo que não volta mais.
Basta um clique e você poderá recordar:
https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=197a39f388&view=att&th=133243b440c0493c&attid=0.1&disp=safe&zw
Seresta foi um nome surgido no século XX, no Rio de Janeiro,
para rebatizar a mais antiga tradição de cantoria popular das cidades: a
serenata. Ato de cantar canções de caráter sentimental a noite, pelas ruas, com
parada obrigatória diante das casas das namoradas, a serenata já apareceria
descrita em 1505 em Portugal por Gil Vicente na farsa Quem tem farelos?.
No Brasil, o costume das serenatas seria referido pelo viajante francês Le
Gentil de la Barbinais, de passagem por Salvador em 1717, ao contar em seu livro
Nouveau voyage autour du monde que “à noite só se ouviam os tristes
acordes das violas”, tocadas por portugueses (espadas escondidas sob os
camisolões) a passear “debaixo dos balcões de suas amadas” cantando, de
instrumento em punho, com “voz ridiculamente terna”.
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