9 de dezembro de 2015

Que país é esse?





       

Vivemos um momento sem precedentes na história do nosso querido Brasil. Não bastasse a crise econômica que afeta sobremaneira a população, muito mais aquela parcela que o governo petista disse que tirou da miséria e a colocou na classe média, enfrentamos uma crise social, política e moral que para Jorge Maranhão, Diretor do Instituto de Cultura de Cidadania a Voz do Cidadão, traz como “resultado uma crise moral épica, capaz de colocar em risco não só os esforços por uma plena cidadania política, mas a própria democracia”.

        No momento em que uma luz parece ter surgido no final do poço com a possibilidade de ser aberto o processo de impeachment da presidente Dilma, menos pelo resultado que possa advir, mas pela ação de apurar eventual responsabilidade da nossa mandatária maior, manobras são realizadas para que tudo volte a continuar no mesmo estado anterior.

        Se os nossos Poderes Executivo e Legislativo continuam sofrendo a cada dia novos desgastes, deixando de merecer qualquer credibilidade do povo brasileiro, vimos agora o Poder Judiciário, por meio do Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de um dos seus ministros,  Luis Edson Fachin, ingressar no “baile” e a dançar as mesmas músicas.

        Ao suspender liminarmente a tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma, o referido ministro coloca mais um balde de água fria na esperança daqueles que desejavam enxergar a luz que parecia ter sido acessa no final do poço.

        O digno ministro Fachin deveria ler Thodore Roosevelt antes de proferir a sua decisão de suspender a tramitação do processo de impeachment, pois para aquele grande estadista “A justiça não consiste em ser neutro entre o certo e o errado, mas em descobrir o certo e sustentá-lo, onde quer que ele se encontre, contra o errado”.

        Se a algo de errado no governo da presidente Dilma é preciso apurar e não neutralizar o processo.

      

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