25 de maio de 2013

Adoção no Brasil:"dar uma família a uma criança, e não uma criança a uma família"






Acabo de ler uma matéria publicada no Uol Notícias Cotidiano abordando a questão da adoção no Brasil. De plano podemos constatar que existem em nosso país mais pretendentes do que crianças para serem adotadas, que é uma boa notícia. Todavia, o perfil das crianças aptas a serem adotadas não se enquadra nas exigências daqueles que querem adotar.

Em decorrência disso, o número de crianças a serem adotadas é muito grande.

Segundo um advogado especialista em adoção, citado na matéria, aqueles que querem adotar uma criança no Brasil desejam “'Bebês Johnson” , que não existem em lista de espera. 

Ainda segundo a notícia, “66,33% dos que esperam para serem adotados são pardos ou pretos. No entanto, 32,1% dos pretendentes somente aceitam crianças brancas”. 

Há ou não preconceito racial no Brasil?

Os números não batem, e na verdade estão sobrando crianças porque nem sempre são crianças, podem ser adolescentes, grupos de irmãos, ter problemas físicos ou mentais, vivência de rua, distúrbios de comportamento, e os pretendentes têm uma certa exigência. O perfil mais exigido é de uma criança pequena, de até dois anos de idade, do sexo feminino, de pele bastante clara, sem problemas físicos ou mentais”

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