
O site Espaço Vital traz o
relato de mais um caso de separação judicial inusitado. Vale a pena conferir.
O midiático jornalista sessentão, aposentado da
Assembleia Legislativa, sentiu que era hora de amigavelmente dar um fim ao
casamento. Avesso a broncas, concordou, nas tratativas feitas no escritório do
advogado comum aos dois cônjuges, com o desconto em folha de consistente pensão
alimentícia.
Propôs também à mulher - companheira de mais de duas décadas de vida conjugal - que no dia da audiência comparecessem ao foro - tal como acontecera no casamento - "impecavelmente bem vestidos.
E logo acrescentou que ele compraria um traje novo e pagaria o vestido e os sapatos dela.
Assim foi feito. Três semanas depois, na audiência de ratificação do pedido de separação judicial consensual, o juiz sentiu firmeza na presença dos separandos.
- Vejo pelos termos da petição, pela postura aqui na audiência e pela maneira de trajarem que ambos os requerentes estão pessoalmente bem. A separação é uma opção e uma das páginas da vida. Desejo que ambos sejam felizes nos caminhos independentes que escolheram.
- Foi incompatibilidade de gênios, mas um casamento de respeito e fidelidade recíproca que durou 24 anos - disse a mulher.
O jornalista maneou a cabeça concordando. Após o parecer favorável do M.P., o magistrado logo proferiu a sentença de homologação.
O ex-casal se despediu cordialmente ainda na sala de audiências e o jornalista foi o primeiro a sair. Do lado de fora, sorridente uma morena – menos de 30 de idade - atraente, chamativa, também impecavelmente vestida disparou a frase de carinho ao novel separado:
- Meu amor, que alegria! Agora vamos viver a nossa vida, sem os riscos da clandestinidade.
Surpresa e decepcionada, a ex-esposa - também de saída da sala de audiências, vociferou:
- Só agora me dei conta de que fui vítima de uma sirigaita, que ainda teve coragem de vir aqui ao foro.
A frase final ficou por conta do juiz:
- Nos meus 14 anos de carreira, eu nunca tinha visto um caso desses.
Propôs também à mulher - companheira de mais de duas décadas de vida conjugal - que no dia da audiência comparecessem ao foro - tal como acontecera no casamento - "impecavelmente bem vestidos.
E logo acrescentou que ele compraria um traje novo e pagaria o vestido e os sapatos dela.
Assim foi feito. Três semanas depois, na audiência de ratificação do pedido de separação judicial consensual, o juiz sentiu firmeza na presença dos separandos.
- Vejo pelos termos da petição, pela postura aqui na audiência e pela maneira de trajarem que ambos os requerentes estão pessoalmente bem. A separação é uma opção e uma das páginas da vida. Desejo que ambos sejam felizes nos caminhos independentes que escolheram.
- Foi incompatibilidade de gênios, mas um casamento de respeito e fidelidade recíproca que durou 24 anos - disse a mulher.
O jornalista maneou a cabeça concordando. Após o parecer favorável do M.P., o magistrado logo proferiu a sentença de homologação.
O ex-casal se despediu cordialmente ainda na sala de audiências e o jornalista foi o primeiro a sair. Do lado de fora, sorridente uma morena – menos de 30 de idade - atraente, chamativa, também impecavelmente vestida disparou a frase de carinho ao novel separado:
- Meu amor, que alegria! Agora vamos viver a nossa vida, sem os riscos da clandestinidade.
Surpresa e decepcionada, a ex-esposa - também de saída da sala de audiências, vociferou:
- Só agora me dei conta de que fui vítima de uma sirigaita, que ainda teve coragem de vir aqui ao foro.
A frase final ficou por conta do juiz:
- Nos meus 14 anos de carreira, eu nunca tinha visto um caso desses.
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